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Destaque Mundo Cristão

Cartoon Network inclui pronomes não-binários em programação infantil

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A série infantil animada do Cartoon Network, “We Baby Bears”, vai incluir pronomes “não-binários” em seu próximo episódio para comemorar o mês do Orgulho LGBT.

Os próximos desenhos infantis destinados a crianças a partir de 6 anos estão sendo adaptados para fazer parte do “episódio inclusivo LGBT”, conforme a Faithwire. 

Quando os novos personagens entram em cena, eles se apresentam com seus  “pronomes preferidos”. Um deles, conhecido como Grande Winnifred, diz que prefere ser chamado de “ela”. 

O episódio gerou uma rápida reação online, com a proeminente conta do Twitter Libs of TikTok condenando a cena: “Eles estão atrás de seus filhos”.

Ditadura LGBT em desenhos infantis

Executivos do Cartoon Network defenderam a decisão de incluir pronomes “não binários” na programação infantil.

“Durante a produção de ‘We Baby Bears’, alguns membros da equipe usaram os pronomes eles/elas, e sentimos que era importante refletir isso no programa”, afirmou a rede. 

“Nossa equipe do programa valoriza a representação porque é algo com o qual todos no programa se preocupam profundamente, e é por isso que pretendemos lançar talentos LGBTQ, como Alok Vaid-Menon, Harvey Guillén e Dominique Jackson”, continuou. 

O ativista Dominique Jackson, um homem que se identifica como transgênero, foi apresentado em um episódio de “We Baby Bears” que foi ao ar no mês passado.

Os clipes do episódio em questão vêm em meio a novos dados que mostram que a maioria dos americanos acredita na realidade biológica de que existem apenas dois sexos — masculino e feminino.

A pesquisa Rasmussen Reports, que questionou 1.116 adultos americanos online e por telefone de 24 a 25 de maio de 2023, descobriu que 71% dos entrevistados americanos concordam que homem e mulher são os únicos dois sexos. 

‘Ideologia de gênero é destrutiva’

Maria Keffler, autora do livro “Desistir, Parar a Transição & Desintoxicar: Tirando o Seu Filho do Culto de Gênero”, disse que crianças não deveriam ser motivadas ao interesse por sexualidade ou identidade de gênero.

Durante um comentário sobre o desenho infantil da Nickelodeon, que mostrou um personagem drag queen apresentando um desfile LGBT, a escritora disse que profissionais éticos que trabalham com crianças há muito tempo, reconheceram que quando os pequenos estão familiarizados com comportamentos sexuais, isso é um forte indício de que foram induzidos por adultos mal intencionados. 

Ela acrescentou que uma “tática bem documentada que os predadores sexuais infantis empregam, ao preparar uma criança para o abuso sexual, é apresentar tópicos e materiais sexuais a ela. 

Além disso, alertou que isso indica uma perturbadora falta de compreensão sobre os fundamentos do desenvolvimento psicológico infantil.

A autora ainda argumentou que em uma época de confusão desenfreada de gênero entre os adolescentes, é hora de reconhecer o quão destrutiva a ideologia de gênero é, e como ela pode levar à medicalização experimental e cirurgias mutilantes.

*Com informações Guiame

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