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Justiça rejeita processo contra escola que levou crianças em evento gay

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Um casal cristão irá recorrer de seu caso depois que o Tribunal do Condado do Centro de Londres indeferiu sua ação contra Heavers Farm, a antiga escola de seu filho, por tentar forçá-lo a participar de uma Parada do Orgulho LGBT.

Desse modo, Izzy e Shane Montague entraram com a ação depois de uma série de eventos que os fizeram se sentir intimidados e discriminados por desafiarem a escola em relação à educação LGBT de seu filho de 4 anos, que incluía a participação obrigatória em uma Parada do Orgulho organizada pela escola para comemorar o Mês do Orgulho.

Sendo assim, os pais foram informados sobre a comemoração LGBT com apenas alguns dias de antecedência, quando receberam um convite com as cores do arco-íris para participar do evento. As crianças aprenderam os populares “hinos gays”, “We are Family” e “True Colours”, que tiveram de cantar enquanto marchavam pela escola.

Além disso, a escola disse a todos os pais que a realização do desfile era uma exigência legal e chegou a dizer a um deles que era contra a lei se seu filho não comparecesse. 182 crianças foram retiradas por seus pais no dia do desfile.

No entanto, apesar disso tudo, o Tribunal do País decidiu que o evento não era, de fato, uma promoção da comunidade LGBT, mas parte de um programa geral para promover a igualdade e a inclusão. O juiz Christopher Lethem, afirmou que havia pouca coisa na parada que fosse inconsistente com as crenças cristãs dos Montague.

Desta forma, os membros da equipe de liderança da escola, incluindo a diretora da escola, Susan Papas, e o Sr. Askey, professor do filho dos Montague, todos testemunharam que acreditavam que as opiniões cristãs sobre comportamento e relacionamentos homossexuais eram homofóbicas.

Por fim, a Izzy Montague afirmou que a sentença não tem absolutamente nenhuma semelhança com a verdade do que aconteceu na escola e na sala do tribunal. Ela alega que a sentença sustenta uma defesa cuidadosamente fabricada apresentada pela escola, e que eles irão recorrer a “sentença perversa”.

“O que pais como nós devem fazer? A Corte parece ser tão ideologicamente motivada quanto a escola. Nenhum pai deveria passar pelo que eu, e tantos outros pais da Heavers Farm, passamos por querer proteger a inocência de seus filhos e criá-los de acordo com suas próprias crenças”, concluiu ela, segundo Christian Concern.

Fonte: Gospel Prime

Foto: Reprodução/Christian Legal Centre

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