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Relatório aponta que mais de 32 mil bebês foram salvos de abortos

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Um relatório divulgado na terça-feira mostra que os abortos caíram quase 96% nos treze estados com proibições, em comparação com os meses antes de Roe v. Wade ser derrubada.

Nesse sentido, de julho a dezembro de 2022, treze estados com proibições, viram uma média de 7.235 abortos a menos por mês em comparação com os meses de abril e maio antes de Roe v. Wade ser derrubado.

De acordo com o novo relatório da Sociedade de Planejamento Familiar, houve uma média de 265 abortos por mês nesses estados durante o período de seis meses. Os estados com restrições ao aborto também sofreram declínios significativos.

Assim, Geórgia, Ohio e Arizona, que passaram todas as restrições em vários pontos da gravidez, viram diminuições médias mensais pós-Dobbs v. Wade de 1.822, 820, e 755, respectivamente.

Tessa Longbons, uma associada de pesquisa do Instituto Charlotte Lozier, descreveu o relatório como “boas notícias”, observando que as leis pró-vida estão “salvando vidas” e “contribuindo para uma queda no aborto em todo o país”.

“Isso significa que os bebês estão sendo salvos. Significa que as mulheres estão sendo protegidas contra os danos do aborto”, afirmou ela, segundo Daily Caller.

Desse modo, os dados apontam que os abortos estavam em tendência ascendente desde 2017. Em todo o país, o relatório mostra que houve menos 5.377 abortos mensais após Dobbs, caindo de uma média mensal de 82.270 antes da decisão para 77.073 depois.

Além disso, no período de seis meses pós-Dobbs, os estados que viram o maior aumento de abortos foram a Flórida, com mais 7.190; Illinois, com mais 6.840; Carolina do Norte, com mais 4.730; Colorado, com mais 2.580; e Michigan, com mais 2.490.

Por fim, os estados com as maiores quedas foram Texas, com 15.540 abortos a menos; Geórgia, com 10.930 abortos a menos; Tennessee, com 6.560 a menos; Ohio, com 4.920 a menos; Arizona, com 4.650 a menos; e Louisiana, com 4.250 a menos.

Fonte: Gospel Prime

Foto: Reprodução/Unsplash

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