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Zambelli indaga esquerda sobre falta de apoio à CPMI dos atos

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A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) cobrou o apoio de parlamentares, especialmente daqueles com posição política de esquerda, à criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) com o objetivo de apurar os atos realizados no dia 8 de janeiro. Em entrevista à CNN Brasil, Zambelli questionou a ausência da assinatura de esquerdistas para a instalação do colegiado.

– Interessante, todas as pessoas que nos chamam de terroristas, não são os políticos que estão assinando a CPMI (…). O [deputado federal] André Fernandes, entre outros deputados, estão colhendo assinatura para a CPMI [e] no Senado nós já conseguimos [o número suficiente]. Na Câmara, ninguém de esquerda contribuiu com assinatura – indagou.

A parlamentar ressaltou a necessidade de que seja apurado, por exemplo, se houve facilitação da entrada de pessoas nos prédios públicos que foram danificados durante os atos já que, segundo ela, seria extremamente difícil acessar locais como o Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto.

– É muito fácil nos chamar de terrorista, de fascista, de golpista, mas não querer apurar quem foi que deixou as pessoas entrarem no Palácio do Planalto, quem foi que deixou as pessoas entrarem no STF. Porque eu já tentei entrar no STF uma vez, para lavar aquela estátua da Justiça que fica do lado de fora, e não consegui – detalhou.

DEPUTADA NEGA TER CRITICADO BOLSONARO
Durante a conversa com a CNN Brasil nesta quinta-feira (23), Zambelli também negou que tenha criticado o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante uma entrevista concedida à Folha de São Paulo e avaliou que há uma possibilidade de que Bolsonaro seja preso caso ele retorne ao Brasil.

– [Na entrevista na Folha] Me perguntam: “Você não acha que existe risco dele ser preso?”. E eu falo que acho, e por isso a gente tem que ser compreensível com o fato de ele não estar no Brasil – disse.

A parlamentar também disse sentir saudade dos “direcionamentos de Bolsonaro” e afirmou que ele é o “melhor presidente que o país já teve”.

– É fato que ele [Bolsonaro] está fora do Brasil. É fato que hoje ele não está nos dando direcionamento, e eu sinto falta desse direcionamento. Eu continuo dizendo, ele foi o melhor presidente que este país já teve, só que infelizmente a comunicação não era das melhores – completou.

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