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Deputados acionam Direitos Humanos por detidos em ginásio

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Nesta segunda-feira (9), um grupo de parlamentares recorreu ao Ministério dos Direitos Humanos e à Defensoria Pública a fim de assegurar condições dignas aos 1.500 manifestantes que foram detidos e levados a um ginásio da Polícia Federal (PF), em Brasília.

Segundo a deputada federal Carla Zambelli, os congressistas receberam denúncias de suposta precariedade no tratamento dado aos detidos. Entre os deputados que acionaram os órgãos do governo, estão também Bia Kicis (PL-DF), Carlos Jordy (PL-RJ), Luiz Lima (PL-RJ) e os eleitos Zé Trovão (PL-SC) e Rodolfo Nogueira (PL-MS).

– Recebemos a informação de que falta água e falta comida para eles. Acionamos a DPU e o Ministério dos Direitos Humanos. Entre os detidos, há manifestantes que atuavam de forma pacífica e vândalos. Seja como for, todos necessitam de condições básicas – defendeu Zambelli, de acordo com informações do jornal Gazeta do Povo.

Os manifestantes foram levados ao ginásio a fim de passar por uma triagem. Parte deles foi presa em flagrante durante a invasão às sedes dos Três Poderes, no último domingo (8). Outra parcela estava no acampamento diante do quartel general do Exército em Brasília, que foi desmontado nesta segunda-feira (9) após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

QUEIXAS DE ADVOGADOS
Advogados de detidos no acampamento que estava instalado na frente do Quartel-General do Exército, em Brasília, reclamaram, nesta segunda-feira (9), que seus clientes estavam sendo mantidos sem alimentação no ginásio da Academia Nacional da Polícia Federal. A informação foi divulgada pelo site Metrópoles. Os defensores afirmaram que o grupo estaria passando mal de fome.

Durante a tarde de segunda, o Conselho Tutelar foi ao local para verificar as condições dos menores de idade que foram levados ao ginásio. Sobre as condições do local, a Polícia Federal confirmou que houve casos de mal-estar, mas disse que todos foram prontamente atendidos, sem maior gravidade. Tendas de saúde também foram montadas no local pelo Corpo de Bombeiros.

A Polícia Federal (PF) também disse ser falsa a informação de que uma idosa teria morrido no ginásio da Academia Nacional da Polícia Federal (PF). A informação sobre o suposto óbito havia se espalhado pelas redes sociais na noite desta segunda (10).

Além disso, a corporação liberou, durante a noite desta segunda, ônibus com mulheres com filhos pequenos, idosos com comorbidades, e menores de idade que haviam sido detidos no acampamento. A PF, porém, não divulgou quantas pessoas foram liberadas, nem quantas permanecem detidas.

Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução

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