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Lula quer que Alckmin seduza Igreja e a traga para o governo

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O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), quer trazer a igreja Católica para próximo do governo petista.

Alckmin esteve em uma reunião com o arcebispo emérito de Aparecida, Raymundo Damasceno, e investe numa série de visitas aos representantes da Igreja para seduzí-los a apoiarem as pautas de esquerda e deixarem de lado as visões
tradicionais e históricas da religião.

O ministro abriu para pessoas próximas que fará reuniões mensais no Palácio do Jaburu com lideranças religiosas,
empresariais e políticas para abastecer o governo de apoio em diferentes segmentos da sociedade, principalmente onde há maior rejeição.

A estratégia é oferecer um bom café da manhã com parlamentares e religiosos e realizar missas ou palestras mais intimistas em que os convidados possam deixar uma palavra de paz, união, e assim, se sentirem mais próximos e até acolhidos pelo novo governo.

A tática de estreitar relacionamento com Damasceno faz muito sentido, pois o arcebispo é o brasileiro mais próximo ao Papa Francisco.

Lula é um dos entusiastas dessa busca por religiosos e já teria dito aos aliados que esse é o motivo principal do convite a Alckmin para compor sua chapa.

O ex-tucano se juntou a Lula para proporcionar ao PT permear segmentos resistentes ao partido de esquerda. Como
governador de São Paulo, Alckmin sempre nutriu bom relacionamento com a Igreja Católica. Ele é exímio conhecedor dos entraves da religião em seus bastidores e pode ser peça chave para Lula no êxito desse plano.

Depois de concluir essa etapa de cativar católicos, os evangélicos serão a próxima fase. E o vice-presidente sabe que este será, talvez, o seu maior desafio.

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