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Há um mês, deputado mais votado do país está sob censura do TSE

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Nikolas Ferreira (PL), o deputado federal mais votado do Brasil, completa nesta segunda-feira (5), um mês longe de seus perfis oficiais no Facebook, Twitter e Instagram. A censura ao político foi imposta pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes.

O jovem teve suas contas derrubadas no dia 5 de novembro, após após pedir ao Tribunal que analisasse denúncias relacionas a um relatório que aponta anomalias encontradas em urnas eletrônicas, resultado de análise realizada pelo argentino Fernando Cerimedo.

Ferreira tem se comunicado com seus seguidores e eleitores somente por meio do Telegram e uma conta reserva no Instagram, esta última usada poucas vezes, uma vez que segundo o parlamentar, se usar com frequência, a conta oficial com mais de 6 milhões de seguidores, pode nunca mais ser reativada.

O deputado eleito tem afirmado e frisado que além de ter todas as suas redes sociais derrubadas, seus advogados ainda não tiveram acesso ao processo, que trata sobre o assunto.

No dia que completou uma semana sem acesso às suas contas, Nikolas desabafou: “Uma semana sem ter acesso ao processo, uma semana se ter minhas contas, uma semana sem ter contato com meu eleitorado, uma semana calado injustamente”.

Censura

Outras contas de parlamentares também estão retidas, como a da deputada federal reeleita, Carla Zambelli (PL) e dos deputados Major Vitor Hugo, Gustavo Gayer, Coronel Tadeu, todos do partido de Zambelli.

Além de políticos, jornalistas, blogueiros, apresentadores e pastores também estão sofrendo censura. Entre eles, Allan dos Santos; o apresentador Monark (Bruno Monteiro Aiub) que tem um canal no Youtube; o comentarista Adrilles Jorge e o pastor André Valadão.

Foto: Reprodução/Youtube

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