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Manifestação na frente do Comando Militar da Amazônia entra no sétimo dia

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Mesmo debaixo de forte chuva que caiu sobre Manaus na tarde e noite deste domingo (06/11), manifestantes, que pedem a anulação das eleições presidenciais deste ano, continuam na frente do Comando Militar da Amazônia, localizado na Avenida Coronel Teixeira, Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus.

O ato, que vem sendo realizado de forma ordeira e sem bloqueio da avenida, garantindo o direto constitucional de ir e vir, tem sido realizado todos os dias e noites.

Os manifestantes armaram barracas e garantem que não sairão da frente do Comando sem a anulação da eleição, que segundo eles, apresenta forte sinal de fraude, com várias seções apontando todos os votos para o candidato petista Luís Inácio Lula da Silva e nenhum para Jair Bolsonaro (PL).

Este é o sétimo dia de protestos, onde os manifestantes gritam palavras de ordem e erguem cartazes, com pedidos como “SOS, Forças Armadas”, “Intervenção Federal já”, “não queremos a volta do Comunismo” e “todo poder emana do povo”.

Os atos seguem ocorrendo, na frente dos quartéis militares em diferentes estados do país.

Censura

Diante da manifestação, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, ameaçou os manifestantes, dizendo que serão responsabilizados pelo movimento que classificou como “ilícito e criminoso”.

Ele também tem causado grande revolta entre políticos e grandes personalidades do país, censurando e bloqueando as suas contas nas principais redes sociais. Nomes como Nikolas Ferreira, deputado federal mais votado do Brasil, Carla Zambelli (deputada federal), André Valadão (pastor), Luciano Hang (empresário), dentre outros estão sendo alvos do Tribunal.

Confira imagens da manifestação

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